quinta-feira, 27 de maio de 2010
Rexona, zumbis e futebol!
Jackie Chan cantando?

terça-feira, 25 de maio de 2010
CEAMC no Portal da Unicamp
[25/05/2010]

Confira os resultados no Portal da Unicamp!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Cenário de Corações Sujos
Este post vai ser curtinho, só para eu relatar uma coisa legal que me aconteceu ontem. Estava no carro com o meu sogro, que é japonês e também está esperando pelo filme Corações Sujos, quando ele, no caminho para a chácara, resolveu me mostrar algo inusitado: parte do cenário usado nas filmagens, ali mesmo, pertinho de sua casa. Hoje, pela manhã, voltei lá com minha sogra e minha namorada, e, sem perder tempo, bati algumas fotos com o celular.


Lembrando que a equipe de Corações Sujos está mantendo um blog com novidades sobre as filmagens. Lá vocês poderão ver muitas outras fotos, desta e de outras localidades utilizadas nas gravações.
Abraços, e até a próxima!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Dirigir ou não: eis a questão!
Olá leitores!
Este é um post especialmente dedicado às pessoas que me conhecem. Como a grande maioria manifesta uma enorme dificuldade em entender o meu ponto de vista, fiz aqui um F.A.Q. para explicar em detalhes as minhas razões. Assim, quem sabe, todo mundo para de me encher o saco.

Você não vai tirar carta?
R: Não. Pelo menos não agora.
Por que não?
R: Por várias razões. A principal delas é que não tenho esse fetiche doentio pela potência da máquina e pelo ronco do motor. Não gosto da idéia de pilotar uma arma de metal pesada e rápida, que ao mínimo deslize pode matar uma outra pessoa. Mas vai perguntando, que eu tento expor os outros motivos respondendo...

Ok. Você não acha que saber dirigir é uma necessidade?
R: Não. Acho que foi construído como necessidade. Posso me virar tranquilamente utilizando o transporte público, mesmo que o tempo de trajeto seja muito maior.
Há! Viu só como é ruim? De carro, você seria muito mais rápido, não é?
R: Por que a pressa? Na época das charretes, o mesmo trajeto seria feito em muito mais tempo. Prefiro acordar um pouco mais cedo e caminhar até o ponto, do que sair de carro, em cima da hora, e me sujeitar ao estresse da vida urbana.
Mas quando não tiver ônibus, você vai depender da carona dos outros! Isso não é um problema?
R: De maneira nenhuma. Não é problema nem para mim, nem para o motorista. O carro tem cinco assentos por uma razão: quatro deles são para passageiros. Dirigir é uma técnica, como qualquer outra. Sou dependente de quem dirige, da mesma forma que as pessoas dependem do técnico quando a televisão quebra.
E se acontecer uma emergência, e não houver nenhum motorista por perto?
R: Se for o caso, chamo a polícia, os bombeiros, ou uma ambulância. Do contrário, chamo apenas um táxi. Qual a dificuldade nisso? Se ocorrerem 500 emergências na minha vida, ainda terei gastado menos em corridas de táxi do que teria gastado na compra de um carro.
Ah, mas e se você estiver no meio do mato, sem sinal de celular, e sem nenhum táxi por perto?
R: O que é isso, tipo ideal weberiano agora? Ora, a resposta é simples: dei azar e
me fodi. Mas rebato: e se você estiver fugindo de uma onça, mas não conseguir correr o suficiente por falta de condicionamento físico (graças às horas que passou atrás do volante, ao invés de caminhar um pouco)? Nessa eu me garantia! Por via das dúvidas, tentarei me manter longe de enrascadas no meio do mato. E pare com isso: se for pra falar de hipóteses, consigo imaginar pelo menos umas 20 nas quais sobrevivo e você não.
Tá, tá... Mas você não acha que estaria ajudando os outros sendo um motorista? Digo, você poderia dirigir para aqueles que não dirigem.
R: Já existem motoristas demais. As cidades estão saturadas de automóveis. Um motorista a menos poluirá menos, veja só: é até uma questão ecológica. Acredito que ao não dirigir, já estou ajudando os outros, mas de outra maneira.

Como você é radical.
R: Muito mais do que você pensa. Na verdade, acho que a propriedade de automóveis deveria ser exclusividade estatal, no transporte e serviços públicos, e empresarial, como no caso de transportadoras e táxis. As cidades seriam muito menos caóticas, e muito mais limpas. Mas isso é só um devaneio no meu mundinho hipotético e cor-de-rosa.
Ai, então tá! Faz o que você quiser! Mas não vem pedir carona pra mim depois!
R: Ei, calma lá padawan! Não falei em nenhum momento que nunca ia tirar carta. Só falei que não quero tirar agora. Ainda posso mudar de idéia. E vê se deixa de ser egoísta, porque eu com certeza vou contribuir com a gasolina. Se ainda assim não quiser me dar carona, foda-se: eu vou de busão. ;)
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Dio - Holy Diver
quinta-feira, 13 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Motherboard Helsinki
Helsinki - FinlândiaSugerido pelo grande
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Remakes dos clássicos: um assunto delicado
Neste último sábado, assisti o recém lançado A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, 2010), remake do slasher movie homônimo de 1984. O filme me fez relembrar algumas coisas que notei nos últimos remakes de clássicos do terror. Afinal, quais são as dificuldades e os riscos de se refilmar uma película dotada de legiões de fãs? A responsabilidade é grande, e pequenos detalhes podem fazer toda a diferença.
Resolvi, neste momento, tratar de quatro refilmagens recentes, todas de filmes entre as décadas de 70 e 80, reconhecidos como obras primas do cinema de terror. Mãos a obra!
A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, 2010)
Há graves diferenças entre a refilmagem e o original. O grande trunfo d’A Hora do Pesadelo de 1984 era a atuação de Robert Englund, no papel do vilão Freddy Krueger. Isso se perdeu na fita de 2010. O ator escolhido, Jackie Early Haley, não tem culpa: foi muito competente em seu trabalho. Mas o personagem ficou absolutamente descaracterizado, não pareceu em nada com o antigo. Um ótimo monstro, misterioso e assustador, mas um péssimo Freddy, sem a atitude bizarra, zombeteira e cara-de-pau do original.
Veredicto: Infelizmente, não deu conta do recado. O antigo é melhor que o novo.
Sexta-Feira 13 (Friday the 13th, 2009)
Apesar dos pesares, esta refilmagem não se distanciou muito em qualidade, em
relação à obra antiga. Na verdade, não é exatamente um remake do primeiro filme da série Sexta-Feira 13 (que se iniciou em 1980 e teve 11 filmes), mas uma história que se passa em algum lugar entre a parte 2 e a parte 4. Um ponto positivo: o vilão da máscara de hockey, Jason Voorhees, está em sua melhor forma: um humano deformado e cheio de ódio (ao contrário da parte 6 em diante, quando a coisa descambou e Jason foi virando um zombie-from-hell-possuidor-de-corpos). Um pouco bombado, talvez. Mas faz sentido ele ser grande, numa época em que qualquer moleque de academia costuma ser maior que os monstros da década de 80.
Veredicto: Mais do mesmo. Não vou melhor, nem pior. Empate técnico!
Halloween – O Início (Halloween, 2007)
Aqui a coisa pega fogo. Halloween, de 1978, foi a série que praticamente atraiu os holofotes para o terror slasher (o popular terror “pega a faca e mata sem parar”). A responsabilidade em refilmar era enorme. Quem decidiu encarar o desafio foi o roqueiro e cineasta Rob Zombie, diretor do genial Rejeitados pelo Diabo (The Devil’s Rejects, 2005). E não é que o cara mandou bem? Apesar de manifestar diferenças enormes com o original, a obra de Zombie conseguiu manter um charme e deu novos enfoques no personagem Michael Myers. O maior problema, talvez, tenha sido uma insistência em explicar muito as coisas do enredo. Mas isso, acho eu, é uma tendência do cinema
Veredicto: Remake duvidoso, mas ótimo filme. Diria que é necessário assistir o antigo e o novo, pois ambos são bons filmes, cada um à sua maneira.
O Massacre da Serra Elétrica (The Texas Chainsaw Massacre, 2003)
Em 1974, Tobe Hooper rodou um filme independente, de baixo orçamento. Com pouco gore (vulgo, sangue e tripas voando por aí), mas muito terror psicológico, cenas tensas e uma violência bizarra e crua, O Massacre da Serra Elétrica (que na verdade é uma motosserra) rapidamente entrou para a lista de filmes de terror cult. Causou muito furor, e, para mim, se enquadra como um filmaço divisor de águas. Pena que o remake não deu conta. Não me levem a mal: o filme de 2003 é bom, mas é só um slasher normal. Não é uma produção independente, como o original, sendo muito mais previsível e hollywoodianizado. Leatherface não está tão diferente, mas o enfoque dado a ele tira todo o mistério que havia em 1974.
Veredicto: Não chega nem perto do original. É divertido, mas apenas isso.
Conclusões gerais!
Fazer remakes é um troço complicado. Acho que existem dois caminhos a seguir: ou se é muito fiel ao original, ou se rompe totalmente com ele, fazendo uma coisa nova e com personalidade. O meio termo normalmente não agrada os fãs, nem faz novos fãs. Uma pena: o cinema de terror autêntico precisa ganhar terreno logo, antes que as porcarias como Crepúsculo (Twilight, 2009) tomem conta da molecada.
Espero que tenham gostado! Até breve!
sábado, 8 de maio de 2010
Teräsbetoni

Teräsbetoni (em finlandês: concreto reforçado) é uma banda finlandesa (que dúvida) de Heavy Metal que tem feito relativo sucesso por lá. Lançado em 2005, o grupo faz um som fortemente inspirado em Manowar, com uma pitada de Dio. Suas letras falam de glória, honra, poder, batalhas e tudo que há de bom. Música de macho, como podem ver.

Não vou dizer que é uma puuuuuta banda, mas com certeza é bem divertida. Além disso, não podemos ignorar o fato que ela representou a Finlândia no Eurovision (um festival europeu de música) de 2008. A música apresentada foi Missä Miehet Ratsastaa (algo como "onde os homens cavalgam"), lançada em single e em álbum nesse mesmo ano.
Apesar de não haver muitas novidades na música de Teräsbetoni, gosto bastante do vocalista Jarkko Ahola. E não sou o único: o reconhecimento que ele teve por lá o levou a ser convidado para participar da banda Northern Kings, uma espécie de dream team do Heavy Metal finlandês (que conta com Tony Kakko de Sonata Arctica, Marco Hietala do Nightwish, e J.P. Lettaluoto do Charon).
Em resumo: uma música divertida, um estilo marcante e uma proposta quase satírica de true-metal-from-hell, fazem de Teräsbetoni uma boa pedida. Além disso, há o grande diferencial: todas as músicas são cantadas em finlandês, contrariando a tendência mundial de gravar Heavy Metal em língua inglesa. Vale a pena conferir.
Até a próxima!
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Blog do filme Corações Sujos
Só posso dizer que estou ansiosíssimo pela estréia, prevista para o fim do ano.
Ah, uma correção: no outro post, tinha dito que Wagner Moura ia atuar no filme. Descobri a um bom tempo que era apenas um boato, mas tinha esquecido de corrigir. De qualquer modo, vai ter outros talentosos por lá, mas isso deixo pra vocês conferirem no blog oficial.
Abraços!
Causos da Finlândia - VIII
É, pois é, eu percebi. Depois de passar uma semana inteira lendo Giorgio Agamben, ressucito o blog para falar da próxima parada da minha viagem. Saímos de Helsinki, e agora estávamos em Rovaniemi, no hotel Phjanhovi. Mas onde diabos fica Rovaniemi?

Localizada no círculo polar ártico, lá na Lapônia finlandesa, Rovaniemi é uma cidade enorme, que de grande não tem nada. Explico: tem uma área gigantesca, mas é ocupada muito mais por árvores e lagos do que por pessoas. Com 60 mil habitantes, é considerada a cidade mundial oficial do Papai Noel, além de ser a cidade natal da banda Lordi (veja nos arquivos do Rock'n'Howl). Em resumo, é um lugar bem pacato e silencioso.
De lá, todos os grupos convidados pela Vodka Finlandia (e não só o dos latinos) iriam de barquinhos para uma chácara/rancho/sítio, onde iria acontecer a tão aclamada festa para receber o sol da meia noite. Antes da partida, tivemos a chance de curtir alguns momentos de tédio ali no hotel. Acabei nem andando pelos arredores, porque o lugar me lembrava Silent Hill. A coisa mais legal ali, foi achar uma garrafa de água mineral no quarto, um presente da organização. Parece besta, mas era uma água puríssima, vinda do derretimento das geleiras milenares ali do norte (sério: era tão pura, que se passasse por filtragem, ficaria pior). Ainda guardo a garrafa

Enfim, pra encurtar: tomamos um lanchinho, ouvimos algumas palavrinhas puxa-saco, e entramos nos barquinhos. Ficam aí as fotos (e mais tarde o vídeo, já que to sem saco de dar upload agora):





